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martes, 17 de junio de 2014

Pesquisa histórica na Sicília recupera cultura de vinho ao estilo romano de 2.000 anos


Por Rogerio Ruschel (*)

Não é exatamente uma atração turística, mas vai funcionar como tal: é uma pesquisa técnica, com perfil histório. Uma equipe da Universidade de Catania, na Sicília, está fazendo uma pesquisa muito interessante: o plantio de uma pequena vinha utilizando uvas, ferramentas e técnicas usadas pelos romanos há cerca de 2.000 anos, como tiras de junco e lascas de madeira de arbustos para ligar as vinhas às estacas, leveduras naturais para fermentação. Nenhuma máquina, pesticida ou fertilizante foi utilizado. Na Sicília, especialmente no Vale do Alcântara e na região do vulcão Etna (abaixo), as uvas eram (e continuam sendo) plantadas sobre um solo escuro, aerado, enriquecido pela lava, que funciona como adubo natural – veja na foto abaixo.

Os objetivos do projeto são dois: por um lado, verificar a viabilidade das técnicas romanas e, por outro, verificar se esse conhecimento pode ser utilizado na viticultura moderna. As primeiras vinhas foram plantadas no começo deste ano e a equipe espera ter a primeira colheita em 2017. Catania é uma cidade importante da Sicília, muito rica em patrimônios históricos como o Palácio Ursini, da foto abaixo, que visitei em 2005.

Para fundamentar o trabalho os investigadores consultaram o manual de agricultura do livro Georgics do poeta Virgílio (o autor da Eneida), e informações de um estudioso do vinho do século I, Lucius Junius Moderatus Columella, que escreveu uma obra em doze volumes sobre agricultura denominada De Re Rústica e é tido como o melhor escritor conhecido do Império Romano na área da agricultura.

Nesta obra Columella recomendou o plantio de videiras dois passos de distancia e disse que eles devem ser amarrados a estacas de madeira sobre a altura de um homem. Estas técnicas sobreviveram até o século XVII. Na Sicília são produzidos atualmente belos potes de cerâmica (veja os que fotografei em 2005, abaixo) com ou cera por dentro e vinificação por fora, uma técnica que seria empregada pelos romanos para engarrafar o vinho.

A equipe de historiadores plantou oito variedades locais (sete tintas e uma branca), incluindo Nerello Mascalese, Visparola, Racinedda e Muscatedda. Na Antiguidade, o pesquisador romano Columella já se referia a cerca de 50 tipos de uva. A Nerello Mascalese (abaixo) é uma uva aromática que é parte essencial dos vinhos classificados como Etna Rosso DOC.

“As fontes romanas são muito precisas e queremos ver o que acontece quando levamos a cabo as suas instruções ao pé da letra. Muitas dessas ferramentas e técnicas ainda estavam em uso na Sicília e outras partes da Itália até o fim da Segunda Guerra Mundial. Depois veio a mecanização e os produtos químicos modernos, e tudo foi  sendo alterado. Achamos que podemos recuperar as técnicas antigas e que poderiam ser aplicadas à vinificação moderna." disse Mario Indelicato , um pesquisador da Universidade de Catania.

Para conservar o vinho serão usadas ânforas de terracota. Segundo as orientações dos antigos autores, elas são revestidas por dentro com cera de abelha e enterradas no chão até o pescoço. São deixadas abertas durante a fermentação, antes de serem seladas com argila ou resina. Um brinde a isso e à sabedoria dos romanos.

(*) Rogerio Ruschel mora e trabalha em São Paulo, Brasil, é jornalista, enófilo e gosta muito da Sicilia e de vinhos. Ruschel é editor do blog In Vino Viajas - http://invinoviajas.blogspot.com.br/ - onde este post foi publicado originalmente em fevereiro de 2014.


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jueves, 29 de mayo de 2014

Veneto: Pasión por el vino

Escrito por Por: Luca Ballotta.

Amarone, Recioto, Soave, Prosecco son sólo unos de los pocos nombres de vino conocidos en todo el mundo y que surgen de la misma región del norte de Italia, entre los principales países productores de vino
El Veneto, junto con Sicilia y Puglia, es una de las principales regiones de Italia en términos de producción cuantitativa de las uvas, los vinos producidos en esta región son famosos en todo el mundo. Amarone, Recioto, Soave, Prosecco, Valpolicella y Bardolino vinos son sólo algunos nombres que identifican no sólo los vinos del Veneto, pero también el italiano. La característica más interesante del Veneto es sin duda representada en el hecho de que el éxito de su vino depende de muchas uvas autóctonas que se cultivan en la región, tanto blanca como tinta.
Valpolicella, Trebbiano di Soave y Prosecco son las principales cepas para producir vinos blancos; Corvina, Rondinella y Molinara son los que utilizan principalmente en la producción de vinos tintos.
Los vinos tintos más famosos se producen en la Valpolicella o (Valpantena) y entre ellos es sin duda el más representativo es el Amarone. Este vino rico, complejo y de gran alcance se produce generalmente con Corvina, Rondinella y Molinara.
Amarone está elaborado con uvas pasas - al igual que Recioto - después de la vinificación que le permiten obtener un vino potente y concentrado. Mientras Amarone es un vino seco, Recioto contiene una cierta cantidad de azúcar residual que determina su dulzura. Famoso es también la técnica de “ripasso”.
Esta tercera variante, principal entre los vinos de calidad de la zona, el Ripasso, es una técnica recuperada por el enólogo de Masi en los años 60 y registrada en los 80, que consiste en macerar el mosto del Valpolicella en los hollejos del Amarone, añadiendo un poco de este y consiguiendo una mayor concentración de color , estructura, cuerpo y aromas.
Algunas recomendaciones de Bodegas: Masi, Pieropan, Stefano Accordinni, Zenato, Bertani




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